abril 2, 2015

Calvície feminina

Calvície femininaA calvície, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento. Os cabelos tem grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. Sua perda traz enorme significado em relação ao auto-estima, sendo motivo frequente de visita ao dermatologista.

A calvície feminina, ou alopécia androgenética feminina, tem origem genética (podendo ser herdada de ambos os lados da família) e hormonal. A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. Mas, em alguns casos, pode se manifestar após a menopausa, quando há uma diminuição dos hormônios femininos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído.

O problema é mais acentuado no topo do couro cabeludo e raramente ocorre perda dos cabelos na linha frontal da cabeça, como é frequente nos homens. Dificilmente a mulher chega a ficar totalmente calva, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres com idade avançada. O quadro pode se tornar mais severo se a mulher apresentar alterações hormonais, como as que ocorrem na síndrome do ovário policístico ou no hirsutismo. Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas de queda de cabelo.

A calvície feminina pode ser tratada, e o tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos pilosos, através do uso de anti-andrógenos (medicamentos que combatem a ação dos hormônios masculinos). Estes, podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas diretamente no couro cabeludo. Além disso, podem ser usadas substâncias tópicas que estimulam o crescimento dos fios. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo dermatologista.

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