Sua saúde

Câncer de Pele e Tabagismo

Os cuidados com o Sol são fundamentais para prevenir o aparecimento do câncer de pele.

É sabido que histórico pessoal de câncer de pele está relacionado a um maior risco de novos cânceres de pele.

Mas qual é a relação entre o câncer de pele e outros tumores malignos?

Câncer de pele aumenta o risco

de outros tumores malignos em 2 a 3 vezes

 

Avaliação de 447.801 pessoas nos Estados Unidos, entre 1997 e 2011,  concluiu:

histórico de câncer de pele pode aumentar de 2 a 6 vezes o risco de se ter um outro tipo de câncer

O que chamou atenção no estudo, foi um maior risco de outros cânceres quando o paciente era tabagista

 

Os cânceres mais relacionados foram:
  • Bexiga
  • Cérebro
  • Mama
  • Cólon
  • Esôfago
  • Rim
  • Pulmão
  • Linfoma
  • Melanoma
  • Próstata
  • Garganta
  • Tireóide
  • Útero

 

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Carcinoma Espinocelular

Carcinoma espinocelular (CEC) é o câncer de pele que se origina do crescimento descontrolado das células escamosas da epiderme, a camada mais superficial da pele.

O principal fator de risco para o desenvolvimento do CEC é a exposição solar crônica, que por ação dos raios ultravioletas, leva ao dano do DNA das células da epiderme. Pessoas de pele clara, olhos azuis e cabelos ruivos e louros correm o maior risco. Conheça todos os fatores de risco para o desenvolvimento do CEC.

O Carcinoma espinocelular acomete preferencialmente as regiões da pele expostas ao Sol, principalmente a face. Na grande maioria das vezes, antes do surgimento do CEC, surgem lesões pré-malignas ou lesões precursoras. Conheça as lesões pré-malignas e saiba como o dermatologista pode ajuda-lo. Identificar, reconhecer e tratar as lesões nos estágios pré-câncer permitem o tratamento precoce e impede o desenvolvimento do CEC.

A apresentação clínica do CEC é variável – saiba quando e como suspeitar do carcinoma espinocelular. Crescimento progressivo é a regra neste tipo de câncer. Além do crescimento que pode provocar deformidades, o maior temor está na sua capacidade de se espalhar pelo corpo metástases, principalmente se acomete os lábios e outras mucosas.

O Carcinoma espinocelular tem cura e pode ser prevenido. Conheça os tratamentos do carcinoma espinocelular.

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Hiperidrose (suor excessivo)

Hiperidrose (suor excessivo)Transpirar é uma função biológica, necessária para regular a temperatura do corpo. Entretanto, quando o suor passa a ser excessivo, impacta diretamente a qualidade de vida, representando um desconforto que pode interferir nas atividades diárias e nos relacionamentos sociais e profissionais.

A hiperidrose é o aumento exagerado na produção de suor, devido à hiperatividade das glândulas sudoríparas. Afeta cerca de 1% da população mundial e, embora não seja grave, causa extremo incômodo e constrangimento.

Pode ocorrer sem causa definida (hiperidrose primária), ou estar relacionada a outras doenças (hiperidrose secundária), como hipertireoidismo, distúrbios psiquiátricos, alterações neurológicas, menopausa, obesidade, etc. As áreas mais comumente afetadas são as axilas, palmas, plantas e o rosto.

Há basicamente dois tipos de tratamento para a hiperidrose primária: o clínico e o cirúrgico. No tratamento clínico podem ser usadas substâncias antiperspirantes tópicas, com o objetivo de reduzir a produção do suor. Outra alternativa é a aplicação da Toxina Botulínica (Botox® ou Dysport®) no local afetado, que passa a inibir a produção do suor. O procedimento é realizado no consultório dermatológico, sem necessidade de internação, e o paciente pode retornar às suas atividades no mesmo dia. O efeito dura cerca de 6 a 12 meses, dependendodo caso, podendo então ser repetida a aplicação. O tratamento cirúrgico consiste na simpatectomia (secção dos nervos que estimulam a produção do suor), uma cirurgia realizada sob anestesia geral, com necessidade de internação hospitalar. A escolha do tratamento adequado depende da intensidade do suor.

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Descomplicando a dermatite de contato

Dermatite ou Eczema de contato representa 3,9% de todas as visitas aos consultórios dermatológicos, conforme senso realizado pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Quando consideramos as dermatoses ocupacionais (as que ocorrem no ambiente de trabalho) este valor aumenta para 70%. Tal estatística mostra a importância desta doença. Mas, o que é a dermatite de contato?

Dermatite de contato é um termo utilizado para descrever processos irritativos da pele desencadeados por agentes externos. Os quadros podem ser decorrentes do contato tanto com substâncias cáusticas como com substâncias alérgenas. Quando desencadeados por substâncias cáusticas não há participação do sistema imune, e sim lesão por ação direta da substância sobre a pele. Logo, o processo não é considerado “alérgico”. Por outro lado, nos casos desencadeados pelas substâncias alérgenas, o sistema imunológico é estimulado a “atacar” a pele e causar uma verdadeira “alergia”.   Desta forma, poderíamos dividir a dermatite de contato em alérgica e não alérgica (ou por irritante).

Vários fatores podem influenciar no surgimento da dermatite de contato, como por exemplo: as características das substâncias irritantes, o local da pele afetada, o tempo e o tipo de contato, os fatores climáticos (humidade e temperatura), a luz solar, além de outros. Isso torna a classificação clínica um pouco mais complexa. Então, de forma didática, podemos classificar a dermatite de contato (DC) da seguinte maneira:

DC por irritantes subjetivos – são quadros leves que surgem após breve contato em áreas de pele fina, como a face;

DC por irritantes agudos – são substâncias com grande capacidade cáustica e decorre de um ou poucos contatos;

DC por irritantes cumulativos – decorre de exposição recorrente a irritantes “fracos”, que podem ser molhados (detergentes, solventes, sabões) ou secos (baixa humidade, calor, poeiras e pós);

DC alérgica – somente pode ocorrer após o primeiro contato com substância com capacidade de estimular o sistema imune;

Fotoalergias – quadros que são desencadeados ou agravados após exposição solar;

DC sistêmica – quando existe ingestão de uma substância em que houve sensibilização (exposição) prévia.

Com uma melhor compreensão sobre a definição e uma breve idéia da classificação, fica mais fácil entender alguns conceitos. O primeiro, e o mais questionado, é sobre a indicação de testes diagnósticos. Não existe exame de sangue capaz de diagnosticar a dermatite de contato. O teste de contato é o exame de escolha para casos suspeitos, mas não é infalível. Além de não ser capazes de identificar casos desencadeados por irritantes, pode, em algumas situações, dar resultado falseado.

Na avaliação da dermatite de contato, o dermatologista é fundamental para o diagnóstico e, a aderência ao tratamento é essencial para o sucesso. A terapêutica se baseia, principalmente, na retirada da substância desencadeadora do quadro e medidas de adequada proteção, se necessidade inequívoca de reexposição à mesma. A medicação a ser utilizada dependerá do estágio em que a doença se encontra.

Prevenir é o melhor remédio!

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Acne da mulher adulta

Francesconi Dermatologia - Acne da mulher adultaA acne, além de acometer um grande percentual de adolescentes, pode atingir mulheres na idade adulta. É frequente no consultório dermatológico mulheres de 30, 40 e mesmo 50 anos queixando-se de espinhas e estranhando que elas apareçam tanto tempo depois da adolescência. E, o que é mais surpreendente, podem surgir em quem jamais teve uma única espinha aos quinze anos. É a acne da mulher adulta (acne androgenética feminina), que afeta cerca de 30% da população feminina. As pacientes apresentam espinhas inflamadas, dolorosas, principalmente nas regiões do queixo, mandíbula, pescoço e tronco, que podem deixar cicatrizes. Em alguns casos, ocorre também aumento da oleosidade da pele, aumento dos pelos da face, queda de cabelo (calvície) e irregularidade menstrual. Esse tipo especial de acne piora no período pré-menstrual e, em geral, não melhora com os tratamentos convencionais.

Não existe ainda uma explicação definitiva para o surgimento da acne da mulher adulta. Pode haver associação com o estresse, uso de cosméticos oleosos e, principalmente, com alterações hormonais como disfunções ovarianas (a mais freqüente é a síndrome dos ovários policísticos), alterações das glândulas supra-renais ou um aumento da sensibilidade da pele aos andrógenos (hormônios sexuais masculinos), responsáveis pelas manifestações da doença. Neste último caso, os exames laboratoriais estão dentro dos níveis normais.

Confirmada a influência hormonal na causa da doença, o tratamento pode ser feito com medicamentos anti-andrógenos ou bloqueadores dos receptores hormonais, que impedem a ação do hormônio sobre a pele. Antiinflamatórios orais, medicamentos de uso local e peelings também são importantes no combate à doença. A escolha do tratamento vai depender de cada caso, sendo importante uma avaliação detalhada pelo dermatologista.

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Calvície masculina

A Calvície masculinacalvície masculina, ou alopécia androgenética masculina, é um distúrbio geneticamente determinado, onde há participação direta de hormônios masculinos no processo. Com isso, os fios de cabelo vão afinando gradativamente.

O diagnóstico é feito a partir de uma avaliação clínica, onde o dermatologista irá observar o padrão da queda de cabelo e antecedentes familiares do paciente. O tratamento pode ser feito com medicação sistêmica, que atua inibindo a ação hormonal no folículo piloso (matriz onde nasce o pelo) e/ou tratamento tópico, que consiste na aplicação local de substâncias que estimulam o crescimento dos fios. Uma vez instituído o tratamento, este deverá ser continuado indefinidamente, pois sua interrupção provocará rápida reversão ao quadro de calvície.

Vale lembrar que outras causas também podem levar à queda de cabelo, entre elas: carência de ferro (anemia ferropriva), alterações da glândula tireóide, estresse, infecções, etc. Portanto, ao se deparar com um quadro de alopécia (queda de cabelo) o paciente deverá procurar o dermatologista para investigar a(s) causa(s) e iniciar o tratamento adequado.

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Calvície feminina

Calvície femininaA calvície, que já incomoda bastante os homens, quando acomete as mulheres pode ser causa de grande ansiedade e sofrimento. Os cabelos tem grande importância na estética da mulher e são muito valorizados como característica feminina. Sua perda traz enorme significado em relação ao auto-estima, sendo motivo frequente de visita ao dermatologista.

A calvície feminina, ou alopécia androgenética feminina, tem origem genética (podendo ser herdada de ambos os lados da família) e hormonal. A perda dos cabelos geralmente se inicia após a puberdade, quando os hormônios sexuais começam a ser produzidos. Mas, em alguns casos, pode se manifestar após a menopausa, quando há uma diminuição dos hormônios femininos. A evolução é lenta e o mais comum é ocorrer uma rarefação difusa dos cabelos, que se tornam finos e tem seu tamanho diminuído.

O problema é mais acentuado no topo do couro cabeludo e raramente ocorre perda dos cabelos na linha frontal da cabeça, como é frequente nos homens. Dificilmente a mulher chega a ficar totalmente calva, mas isso pode acontecer em casos de maior intensidade e em mulheres com idade avançada. O quadro pode se tornar mais severo se a mulher apresentar alterações hormonais, como as que ocorrem na síndrome do ovário policístico ou no hirsutismo. Pode ser necessária uma avaliação hormonal e a realização de exames que excluam outras causas de queda de cabelo.

A calvície feminina pode ser tratada, e o tratamento visa evitar a ação hormonal sobre os folículos pilosos, através do uso de anti-andrógenos (medicamentos que combatem a ação dos hormônios masculinos). Estes, podem ser utilizados por via oral ou sob a forma de loções aplicadas diretamente no couro cabeludo. Além disso, podem ser usadas substâncias tópicas que estimulam o crescimento dos fios. A indicação do melhor tratamento depende de cada caso e deve ser determinada pelo dermatologista.

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Câncer de pele

O câncer de pele é um tumor formado por células da pele que se multiplicam de maneira desordenada dando origem a um novo tecido (neoplasia). Entre as causas que predispõem ao início desta transformação celular, aparece como principal agente a exposição prolongada e repetida à radiação ultravioleta do Sol.

Embora o câncer de pele seja o tipo mais frequente de câncer, correspondendo em torno de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente apresenta altos índices de cura.

O câncer de pele atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos, de pele clara, que queimam com facilidade e nunca se bronzeiam. Cerca de 90% das lesões se localizam em áreas que ficam expostas ao Sol. A proteção solar é, portanto, a maior forma de prevenção da doença.

São três os tipos mais comuns de câncer de pele: Carcionoma Basocelular, o mais frequente e com menor potencial de malignidade. Seu crescimento é lento e muito raramente se dissemina à distância. O Carcionoma Espinocelular, que tem crescimento rápido e as lesões maiores podem enviar metástases para outros órgãos. É bem menos frequente que o basocelular. É comum acometer áreas de mucosa aparente, como boca ou lábios, cicatrizes de queimaduras antigas ou áreas que sofreram radiação (raios X). Pode ocorrer também a partir de ceratoses actínicas, que são lesões pré-cancerígenas decorrentes da exposição prolongada e repetida ao Sol. E o Melanoma, que é o câncer de pele mais perigoso. Frequentemente envia metástases, sendo de extrema importância o diagnóstico precoce para sua cura. Pode surgir a partir da pele sadia ou de nevos (sinais) escuros. Apesar de ser mais frequente em éreas expostas ao Sol, o melanoma também pode ocorrer em áreas não expostas.

Examinar a própria pele com frequência é uma ferramenta importante para se detectar precocemente o câncer de pele. Qualquer alteração em sinais antigos, como: mudança de cor, aumento de tamanho, sangramento, inflamação, ou surgimento de áreas pigmentadas ao redor do sinal, justifica uma consulta ao dermatologista.

Faça o auto-exame da pele regularmente!

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Melasma

MelasmaO melasma se caracteriza por manchas escuras na pele, que acometem as áreas expostas ao Sol, em particular a face.  A causa ainda não é totalmente conhecida, estando envolvidos fatores genéticos, raciais (pessoas morenas são mais predispostas),  hormonais (gravidez, uso de anticoncepcionais ou terapia de reposição hormonal) e ambientais, como exposição aos raios solares. Quando estas manchas ocA doença pode afetar ambos os sexos, porém  é mais comum em mulheres (cerca de 90% dos casos). A profundidade em que se localiza o pigmento (mancha escura) na pele determina o tipo de melasma – que pode ser epidérmico (mais superficial e que responde melhor ao tratamento), dérmico (mais profundo e de tratamento mais difícil) ou misto.

O tratamento a ser instituído depende da profundidade e extensão do melasma, assim como do tipo de pele. É fundamental o uso do protetor solar, com FPS alto, sempre que houver exposição aos raios solares, com reaplicação a cada 2 horas. São usadas também substâncias despigmentantes (hidroquinona, ácido kógico, ácido azeláico, etc) para o clareamento das manchas. Peelings superficiais podem acelerar o processo, por facilitar a penetração dos produtos tópicos e ajudar a remover o pigmento das camadas superficiais da pele.

Existem diversas maneiras de se tratar o melasma, mas o sucesso depende do acompanhamento dermatológico e da conscientização do paciente quanto ao uso do filtro solar regularmente.

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Bromidrose plantar (chulé)

Informações sobre a doença Bromidrose plantar - DermatologiaBromidrose plantar ou chulé é afecção causada pela decomposição bacteriana das glândulas que produzem o suor. Pessoas com transpiração excessiva (hiperidrose) nos pés e falta de higiene são mais predispostas ao problema.

O suor excessivo também pode estar relacionado a doenças como hipertireoidismo, diabetes, obesidade e eczemas. O tratamento, geralmente, visa controlar a hiperidrose nos pés – através do uso de anti-transpirantes, aplicação detoxina botulínica (com resultados excelentes) e, em casos mais graves, cirurgia. Antissépticos locais também pode ajudar.

Se você tem esse problema, consulte um dermatologista!

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