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Vitiligo

Informações sobre a doença vitiligo - Dicas de tratamento dermatológico

O vitiligo é uma doença que altera a coloração da pele e/ou das membranas mucosas, com grande impacto psicossocial para o indivíduo afetado. Caracteriza-se por manchas de coloração branca, por destruição seletiva dos melanócitos, células que produzem a melanina, pigmento responsável pela coloração da pele. Estima-se que até 2% da população mundial seja afetada por esta doença.

De gênese complexa, o vitiligo está relacionado a fatores genéticos e não genéticos. Apesar de, atualmente, ainda não ser possível apontar uma causa precisa para esta importante dermatose, sabe-se que existe grande influencia do “estado psicológico” tanto para o surgimento como para progressão e manutenção da doença.

Não existe um só tratamento que produza boa resposta em todos os casos de vitiligo. Por isso, o tratamento do vitiligo deve ser individualizado. Para a escolha da terapia, são considerados a extensão da doença, distribuição, taxa de progressão e tempo de doença. De forma geral, os tratamentos são divididos em tópicos (de aplicação local) e sistêmicos (uso de medicação oral), que podem ser complementados com fototerapia. Esta modalidade terapêutica também pode ser realizada de forma isolada. Para alguns casos existe a opção de tratamento cirúrgico. Psicoterapia pode ser fundamental no auxílio à resposta terapêutica de casos selecionados.

Procure um dermatologista e não desanime jamais!

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Dismorfofobia

Dicas e informações sobre a DismorfobiaA dismorfofobia, também denominada transtorno dismórfico corporal ou síndrome da distorção da imagem, é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física. Esta fobia de ter um aspecto anormal é observada com mais frequência nos adolescentes, de ambos os sexos, estando relacionada com as transformações ocorridas na puberdade. Pode ocorrer também em adultos (neste caso com mais frequencia em mulheres, embora homens também sejam acometidos).

A fobia de deformação física é um quadro clínico bastante frequente. Quem sofre a convicção obsessiva de ter uma parte ou todo corpo deformado se angustia com sua suposta “feiúra” e tendem a deixar que minúsculas imperfeições assumam uma importância desmesurada. Afeta pessoas atraentes e não atraentes. As queixas podem concretizar-se em qualquer parte do corpo; as pesquisas demonstram que em 45% dos casos, a queixa centra-se no nariz, embora as alterações, imaginarias ou mínimas, podem também se referir à cara (espinhas, boca, mandíbula), barriga, cabelo, busto, pés, mãos, genitais, pernas, ao peso, estatura, etc.

Na sociedade atual, a forma mais frequente de dismorfofobia é em relação ao peso corporal. Pessoas com peso adequado para sua altura e faixa etária consideram-se acima do peso, submetendo-se a regimes de fome, uso de medicamentos, vômitos forçados e exercícios físicos em excesso.

Outras formas de dismorfofobia consistem em: valorização excessiva de cicatrizes e marcas mínimas e praticamente imperceptíveis (a pessoa se sente deformada, sente que a lesão é vista por todos e que ela atrapalha sua vida, como consequencia evitando sair de casa, ou abusando de maquiagens corretivas) , procura doentia por tratamentos estéticos (cirurgias plásticas, tratamentos de rejuvenescimento), ideação irreal de envelhecimento (uma mulher de 40 anos, por exemplo, que se considera tão enrugada e envelhecida como uma de 90).

A característica principal da dismorfofobia é que a opinião do paciente a respeito de sua própria aparência não é compartilhada pela opinião geral do meio em que vive. No entanto, o paciente não enxerga que ele é absolutamente normal, e insiste em sua ideação de inadequação física, resistente a argumentações.

O tratamento é bastante difícil, pois grande parte dos pacientes não se aceita portador deste diagnóstico. A maioria justifica-se como sendo “vaidosa” e classifica-se positivamente quanto a cuidar da aparência. No entanto, para o paciente, a dismorfofobia é fonte de grande sofrimento e angústia com sua aparência própria.

O tratamento consiste em psicoterapia, longa e trabalhosa, e muitas vezes é necessário o uso de medicamentos para apoio dos sentimentos depressivos que acompanham o quadro.

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Acne neonatal

Dermatologia - Informações sobre acne neonatalA acne atinge quase o primeiro mês de vida e tende a desaparecer espontaneamente, dispensando tratamento. As complicações, como cicatrizes, são muito raras. As lesões cotumam surgir no rosto e, normalmente não apresentam inflamações ou pus; somente pequenos cravos brancos (comedões fechados) que não deixam cicatrizes.

A acne neonatal está relacionada aos hormônios andrógenos que a mãe passa para o filho por meio da amamentação. Esses hormônios estimulam a produção das glândulas sebáceas e formam o que chamamos de mílios na superfície da pele da criança. As lesões costumam desaparecer naturalmente por volta dos 2 a 3 meses de idade. Caso persista por mais de 3 meses ou se agrave, é necessário procurar o dermatologista.

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Acne Infantil

Acne infantil -  Doença - Dermatologia

 

A acne costuma afetar 80% dos jovens durante a puberdade. Mas o que fazer quando a doença atinge também as crianças? É a acne infantil, que pode acometer a criança logo nos primeiros anos de vida, uma vez que neste período os hormônios estão em fase de transição. Boa parte dos casos de acne infantil se deve à puberdade precoce — que é caracterizada pelo surgimento dos primeiros sinais de amadurecimento sexual, antes dos oito anos de idade em meninas e dos nove anos em meninos. Situação em que é necessária a intervenção médica não só do dermatologista, mas também do endocrinologista.

A acne costuma ser menos persistente em crianças e desaparece de modo gradativo em cerca de três anos. Porém, o acompanhamento com o dermatologista é indispensável. O processo de formação de espinhas em crianças é similar ao dos adolescentes. Há o entupimento de uma estrutura chamada folículo piloso, onde são gerados os pêlos, e uma conseqüente liberação do sebo para a superfície da pele, levando a formação de pápulas e pústulas.

O tratamento da acne infantil, quando necessário, pode ser oral ou tópico, conforme a gravidade do caso. Quando ocorre na puberdade, a doença é chamada de acne juvenil. Somente na adolescência o problema é classificado como acne verdadeira ou acne vulgar.

 

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