setembro 13, 2015

Novo conceito de rejuvenescimento facial

O conceito de envelhecimento facial vem evoluindo ao longo do tempo. Inicialmente, abordava-se somente as alterações decorrentes das modificações da epiderme e da derme. Recentemente, incorporou-se o conceito de revolumerização facial, com o surgimento no mercado de preenchedores de volume. E, o conceito mais atual é que o envelhecimento facial é um processo dinâmico que envolve a perda de volume de partes moles (pele e gordura) em adição à perda de suporte ósseo e sua projeção.

 

Muito já se sabe em relação ao envelhecimento cutâneo facial, mas pouco se sabe em relação ao envelhecimento ósseo facial. Mas, nós sabemos que os componentes dos ossos da face são importantes para a definição tridimencional do contorno do rosto. O esqueleto facial passa por mudanças morfológicas e de dimunuição de volume com o passar dos anos. Ocorre uma diminuição do suporte e da projeção dos tecidos moles, que revestem esse osso. Em adição à isso, há um decréscimo e uma redistribuição da gordura. O resultado é uma aparência envlhecida da face.

 

O osso passa por um processo contínuo de remodelamento, ocorrendo uma reabsorção do osso existente seguido de formação de um novo osso. Quando envelhecemos, há um desequilíbrio desses dois processos, com um predomínio da reabsorção óssea. E, esse fenômeno está diretamente relacionado aos níveis sanguíneos de cálcio e vitamina D.

 

Sabendo de tudo isso, o que nós podemos fazer para prevenirmos o envelhecimento ósseo? Devemos acompanhar os níveis de çálcio e vitamina D e nos asseguramos que estes níveis se mantenham normais com o passar dos anos. Uma dieta equilibrada e, em alguns casos, suplementação oral, acompanhada de orientação médica é o caminho para termos uma vida saudável e aparência jovial.

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